quarta-feira, 3 de setembro de 2014

A diferença entre querer fazer e saber fazer

A diferença entre querer fazer  e saber fazer
Vou começar este texto com uma anedota...
Se imagine, caro leitor/torcedor, em um avião. Imagine que o piloto do avião esteja sobrevoando ares complicados, com ventos fortes. Imagine que haja turbulência e o piloto esteja se  ¨batendo¨ na turbulência, com o avião sacolejando de um lado a outro... Todos no avião estão reclamando que a situação está ruim! Todos reclamando que o bicho está pegando! E aí, do nada, um dos poucos passageiros que estavam calados se levanta e grita: Sei dirigir carro! Vou tomar o avião das mãos do piloto! Neste momento... Todos que estavam gritando... Se calam. Porque se calam? Simples: Se calam porque sabem que dirigir um carro é diferente de pilotar um avião.
E aí me permitam explorar essa pequena anedota sob a seguinte linha de raciocínio: Querer fazer é diferente de saber fazer. Querer fazer certo, todo mundo quer. É o caso do rapaz do avião, que queria pilotar a máquina mesmo sem saber. Queria o melhor. A grande questão vai estar diretamente ligada a saber o que fazer, e principalmente a como fazer.
Não adianta  querer discutir o sexo dos anjos dentro de processos e procedimentos práticos. E aí, permitam novamente colocar de forma bem enfática: Fazer é difícil! Isso Porque o fazer está diretamente ligado ao acontecer! E fazer acontecer amigo... Ah... Não é para todo mundo não.
E aí cabe a este texto uma análise do nosso futebol. A pergunta que fica no ar é: Sabemos que todos querem ajudar o clube a crescer. Não temos a menor dúvida disso. Afinal, alguém aqui imagina ir trabalhar em uma empresa pensando em afundá-la? Cremos e acreditamos piamente que não! E temos certeza que não!
Mas a pergunta é... E em um clube de futebol basta apenas querer fazer o certo? A resposta nos é dada dentro de campo. Querer fazer o certo não basta. É preciso saber o que se está fazendo. Saber COMO fazer!
Quando as pessoas batem na palavra planejamento, é necessário que se entenda que o planejar está ligado diretamente a você buscar entender os recursos que dispõe para poder fazer determinada atividade, e dentro deste processo buscar entender os meios e os caminhos para se buscar recursos outros que por ventura estejam faltando. Ah... Então é isso?? Oras, então é fácil!
Não... Não é. Porque além de você planejar para buscar executar as atividades que irá desenvolver, que no caso de um clube de futebol seria o de estruturar sua equipe para as competições através da alocação correta destes recursos (cada vez mais parcos), é necessário que você tenha executores do processo extremamente funcionais. E perceba caro leitor: Serve não apenas para um clube de futebol. Mas serve também para qualquer empresa. Ter pessoas que  ¨funcionem¨! Que façam a engrenagem funcionar!
A pergunta que se faz é: Quem  pensou este planejamento? Quem vai executar este planejamento? Quem vai gerenciar as contingencias deste planejamento? Perceba... No papel vai tudo lindo. No fim... Para fazer... São outros 500.
No modelo de gerenciamento as questões são bem simples a respeito dos cargos... Quem faz o que? Onde? Quando? Porque? Quanto tempo leva para fazer? Quais resultados apresentam? O que foi planejado para o cargo foi alcançado? E se não foi, o que houve para não ser? Quais as etapas deste controle? Quais controles foram feitos? QUEM CONTROLA? OU CONTROLOU?
De forma mais incisiva... Algumas empresas descrevem claramente o cargo. Descrevem claramente a formação necessária para atuar em determinado cargo... E porque no futebol não pode ser igual? Porque os clubes de futebol não apresentam os cargos que dispõem e apresentam a descrição esperada para o cargo? E depois apresentam o curriculum dos postulantes aos cargos? E porque não apresentam ou analisam os resultados dos que ocupam estes cargos em períodos pré-estabelecidos?
Ué... Se isso pode ajudar a auferir melhores resultados... Porque não fazer?
Bom, este texto busca trazer discussões a tona. Quem sabe ajudar a melhorar a atuação tática e estratégica do extra campo. É esse nosso objetivo: Apresentar uma linha de raciocínio. Fazer com que nosso amigo torcedor entenda essa linha de raciocínio, percebendo que a busca pelo melhor passa por uma busca da preparação e do planejamento.
E sinceramente? Não temos visto isso ultimamente.
Abraços a todos!

BahiaComOrgulho.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

E a nossa situação?

E a nossa situação?

Somos todos torcedores do Esporte Clube Bahia. Somos todos irmãos no sangue tricolor. Somos os que realmente amam o esquadrão, aqueles que acompanham seus jogos, e que independente de resultados continuamos amando... Idolatrando nosso clube! Acompanhando nossas cores!

Percebam... Trocamos de parceiros (as), de amigos (as) e por aí se vai... Mas dificilmente troca-se de time... Salvo raríssimas exceções.

A nossa torcida é aquela que vibra! É aquela que vai! Que arrasta o amigo para ir!

É uma torcida tão inflamada e tão apaixonada, que é facilmente acariciada pelas pequenas coisas que podem ser desenvolvidas!

Sim! De tão inflamados e apaixonados que somos, ficamos felizes quando o gringo veste nossa camisa, ou até mesmo quando eles, vestindo nossas camisas, cantam nosso hino, com seu sotaque carregado e seu sorriso nos rostos!

Ficamos Felizes! Felizes porque estamos  ¨aparecendo¨ para o mundo! O mundo nos vendo!  O mundo cantando (?) conosco!

Cantando? Vibrando? Conosco? Com a gente? Será??

Somos torcedores. Somos inflamados como tantos outros que conhecemos. Amamos o Bahia, como tantos outros amam.
Mas... Não somos facilmente  ¨acariciados¨ por estes acontecimentos.

E não estamos dizendo que não achamos legal! Até achamos! Vale a pena para tirar um  ¨sarro¨ daquele amigo torcedor do Vice, e tal e coisa...

MAS a realidade é dura... Colocar gringo para cantar hino e vestir camisa não faz a bola do Bahia entrar nas redes adversárias. Mais ainda: Não faz também (E não fez até agora) com que o Bahia deslanche e conquiste pontos importantes e necessários no futebol.

Não fez, e vou me atrever a dizer, que não fará. E não é porque não acredite no Bahia. É porque simplesmente gringo cantando hino e vestindo nossa camisa não empurra bola para o gol! E não defende chute ou cabeçada de atacante adversário.

Ou alguém nos prove o contrário.

Estamos aqui falando como torcedor. E como torcedor continuamos falando.

E mais: Porque essa bola não entra?  Ah, alguns vão dizer: Técnico? E outros responderão: Sem qualidade no plantel não há técnico que dê jeito! E aí vamos concordar com o seguinte... Nosso plantel é limitadíssimo... Basicamente montou-se algo limitado. E quem montou? Foi você, torcedor? Porque sinceramente, nós não fomos.

Logo... Nos  deixem afirmar categoricamente o seguinte: Tem culpa todo mundo, não tem culpa você, amigo torcedor, que nos lê neste momento. A não ser que você tenha ajudado na formação do plantel... Sendo assim... Tem responsabilidade. Se não ajudou... Se não estava lá... Estamos na mesma situação.

Não temos culpa! Não temos culpa de estarmos na posição em que estamos, mas temos a obrigação de cobrar, para não ver as coisas piorarem! Afinal, amamos nosso clube!

É indiscutível que o Esporte Clube Bahia deu um salto evolutivo em seu processo eleitoral! Mas não se pode fazer deste objetivo alcançado um troféu a ser idolatrado! Temos agora de pensar maior, de pensar de forma mais ampla!

E aí cabe perguntar: Cadê o gerenciamento do planejamento efetuado para 2014? Porque vejam, prezados leitores: Se houve planejamento, basta que se contingenciem as diversas situações, e vamos em frente. É esperar. Mas, como diz a música: Esperar não é fazer. Ou é...? Nem sabemos... Talvez estejamos ficando velhos, e daí, talvez, fazer algo seja esperar... Ah... Né não!

Não podemos esperar mais. Não podemos aguardar mais.

Não estamos aqui para tumultuar. Longe disso. Estamos aqui para buscar  ¨movimentar¨ o Bahia rumo a um futuro melhor. Assim...

1-   Alguém tem de explicar ao técnico que torcedor do Bahia é um dos mais fanáticos do mundo. Tem de explicar ao rapaz que é necessário que ele assista alguns jogos anteriores à sua chegada no Bahia, para que possa entender que existem jogadores que não podem estar no banco. Pará pode ser banco nesse time? Fale aí torcedor? E olha que estamos pegando apenas um como exemplo, porque como disse: não queremos tumultuar!

2-  A diretoria do Bahia precisa qualificar o elenco. Apoiamos nossos jogadores e cobramos deles ao menos garra. Mas eles também precisam ser ajudados. E ajuda vem com contratação. Logo, vamos ajudar o elenco, melhorando-o. É necessário fazer isso sim. Agora... É necessário que isso seja feito de forma sensata. Trazer jogador que acha o clube uma M.... ou que agradece por estar de folga enquanto outros estão jogando... Pode isso? Deixamos a pergunta para que você mesmo que lê se questione... E você mesmo responda.

3- . Queremos garra e vontade dos jogadores! Ao menos isso!

4-    Ainda ontem conversávamos com amigos pelo twitter, e temos um receio: Todo jogo nosso paredão fica  ¨correndo risco¨ de ser ¨herói¨ do jogo. Isso é PREOCUPANTE. Para nós, significa que os adversários estão chegando fácil demais. E olha que isso é antigo...

5-  Voltamos a frisar: Pessoalmente, nada temos contra jogadores, técnico ou diretoria do Bahia. Pessoalmente nada. Mas, enquanto trabalharem para o esquadrão devem ser cobrados. Com inteligência, sem beligerância, mas devem ser cobrados sim. E é o que fazemos agora. Assim sendo... Exigimos resultado. Faz parte da democracia.

6- Jogador do Bahia tem de entender que muitas vezes, ali no estádio, tem gente que deixa de comprar algo para dentro de sua casa apenas para ver o BAHÊA jogar. Então... Joguem. Orgulhem o torcedor.

Em suma: Precisamos qualificar o elenco. MAS acreditamos no elenco do Bahia. Queremos garra, vontade, e um time armado para vencer! É pedir demais? Que coloquem os melhores de nosso elenco, e que armem o time para tentar vencer?.

Podemos perder. Podemos empatar. O que não podemos é ser  ¨sparring¨ o tempo todo.

Quem não  ¨agride¨ é agredido.  Tem de agredir. E agredir no bom sentido. 

TEM DE ATACAR. Precisamos que nossos jogadores entendam o seguinte: Sabemos de nossas limitações. Lógico que sabemos. Sabemos que o plantel reduzido gera sobrecarga para alguns. Lógico que sabemos.
Mas... Aquele que não consegue ultrapassar seus limites, não vai longe. Vamos ultrapassar nossos limites! 

Ah... De novo... Precisamos contratar. Com cautela, verdade, pois não temos grana para jogar pela janela. Mas ter cautela não é ser lento. Não é esperar que as coisas caiam do céu!

Figurinha de álbum não vence jogo.

Vence jogo é vontade, tática, treinamento, padrão e PLANEJAMENTO! PLANEJAR O CLUBE COMO UMA EMPRESA, COM O OBJETIVO DE VENCER!

AFINAL, NASCEMOS PARA ISSO!

Abraços a todos.

BahiaComOrgulho.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Dei uma repaginada.

A última vez que entrei nesse blog foi em 2010...
Depois, hoje.
Aí, hoje, me deu uma vontade de relembrar ele...
Quando criei isso aqui tinha objetivos simples e humildes. Escrever sobre o meu Bahia.
Vou voltar a fazer isso.
Com a mesma alegria!

Voltando às origens!

Olha a gente voltando às origens!!!!
Vamos nos divertir aqui de novo!
Bora Bahêa!

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Quem tava lá nunca esquece! Raudinei aos 46! ou 45 e meio! ou 47! quer saber? Raudinei em 1994!

Vejo muita gente falar de gols do Bahia, de grandes e memoráveis jogos do Bahia, e me pego lembrando aqui, neste momento, de um destes jogos....
Domingo, não me lembro da data, seria querer puxar demais da memória... lembro do ano... Ah... 1994! Um ano terrível, se bem me recordo. Em 1993, o vice tinha conseguido justamente seu quase título, e mantinha a mesma base da equipe vice no campeonato baiano de 1994. Para nós, torcedores do Esquadrão de Aço, ganhar o campeonato Baiano era necessário... Se naquela época pensava assim, hoje tenho certeza! É história, caros torcedores do Bahia!!!! Cada ¨quase¨ campeonato nacional que o vice teve em sua história, trouxe logo depois uma derrocada HUMILHANTE, e isso é divertido... ao menos para mim, e lógico, de forma meramente e unicamente desportista (veja 1993, perdendo o título da forma que perdeu em 1994, e agora, em 2010, sendo vice da copa Brasil, e rebaixado em casa logo depois). Mas vamos deixar de lado isso, e lembrar daquele domingo em 1994!
Ah, final do campeonato baiano! Acordamos tarde, eu e meu pai. Acordamos tarde, mas já acordamos pensando naquela final. É bem verdade, que não estávamos muito confiantes (observe: acreditar, o torcedor do Bahêa acredita sempre! Porém, a situação não era das melhores. Por mais que estivéssemos chegando na final com a condição de poder empatar, ainda assim, jogo difícil.
Liguei para os amigos, da época da escola de engenharia, e vamos que vamos, começamos a prever como seria o dia: Cervejinha, cervejinha, churrasquinho, cervejinha e JOGO!
Lembro que o jogo não começou bem para o Bahia, mas ao menos também não corríamos muitos riscos. Meados finais do primeiro tempo, o atacante do vice, Acho que era Dão, num lance complicado, que não me recordo ao certo, fez o gol! Aff! Que tristeza! Lembro que de onde eu estava, não acreditava no que via! Via os torcedores do vice gritando gol, e olhando ao lado de onde estávamos, víamos as pessoas falando (amigos, porque no estádio, somos todos amigos e conhecidos de longas datas! Rsss) – não é possível...como é que pode??? Que D..... Eu era um deles! Fulo da vida, revoltado! Fomos pro intervalo de jogo, perdendo de 1 a zero, e a galera se perguntava: será que dá? Da mesma forma que perguntava, respondia: Lógico que dá! Dá sim!
Inicia o segundo tempo, lembro que ninguém sentava! Aliás, lembro que se a gente sentasse, acabaríamos, além de não ver mais o jogo, não mais conseguindo levantar... daí, em pé mesmo.
Consigo lembrar de uma confusão... uma confusão perto do fim do jogo... Lembro de um senhor, do meu lado, que falou: time safado esse do vice! Vai arrumar confusão, e o árbitro vai terminar essa M...! Vou falar: Também pensei nisso, na moral! Mas... o jogo retornou. Retornou morno, morno e ruim ao Bahia, que precisava do empate para sagrar-se campeão.
Nesse joguinho morno, lembro da bola, em campo, numa jogadazinha sem graça, morrer em Raudinei, e esse ¨tampar¨a zorra pra dentro do gol! Caraca meu irmão! EU TAVA LÁ! Eu olhava pro campo e olhava pra torcida rival, com a tristeza e as lágrimas escorrendo na face, quando aquela bola estufou as redes da Fonte! Eu vi! Ninguém me contou! Eu vi quando os braços dos torcedores do vice baixavam e paravam de balançar suas camisas, e ato contínuo nós erguíamos nossos braços e nossas bandeiras!
Indiscutível alegria! Indiscutível campeonato! Indiscutível !
Aí me perguntam: vem cá Miranda, você torce pra quem? E minha emoção responde: Sou Bahêa. Bahêa com orgulho!
Abraços a todos!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Novo técnico do esquadrão



Postando rapidamente.
Novo treinador do Bahia, segundo informações de sites ligados ao clube, é Antônio Carlos Zago, ex Palmeiras.
O Bahia com Orgulho deseja sorte ao novo treinador, e que ele leve o esquadrão para a primeira divisão em 2011.
Pedimos apenas que ele escale o time para frente, com a grandeza que tem o Bahia.
PS: após um índice alto de rejeição, ZAGO não acerta.
Técnico do Bahia é Márcio Araújo.
Saudações a todos,
Tricolor com Orgulho.

Renato confirma que vai embora



Era esperado.

Se você pegar as palavras de Renato no passado, você verá que ele sempre acalentou o sonho de treinar o Grêmio.

O Bahia com Orgulho deseja a Renato boa sorte em sua nova empreitada, torcendo para que ele deixe o Bahia ao menos com mais uma vitória.

Esperamos que a diretoria tricolor traga alguém À altura do Bahia e de sua tradição.

Queremos um time para cima, para frente! Um time de campeões! Avante esquadrão!

Estão falando que Tite está cotado. Bom ou ruim? Só o tempo dirá. É aguardar para ver.

Abraços a todos.

Tricolor com orgulho.